Apresentação

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terça-feira, 13 de março de 2012

Perdoar...

“Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?” (Mt 18, 33). O fundamento da minha relação com o outros é a relação do Todo Outro para comigo: quanto o Senhor fez e faz comigo é o princípio do quanto sou convidado a fazer ao meu irmão e irmã. Jesus nos convida a os amarmos mutuamente com aquele amor com o qual Ele nos amou (Jo 13,34). Paulo recomenda que nos agraciemos mutuamente como o Pai nos agraciou em Cristo Jesus (Ef 4,32). A justiça do Filho, que introduz no reino do Pai, não é aquela que restabelece a paridade, segundo a regra: quem errou paga (olho por olho...). É uma justiça superior, própria de quem ama, que está em débito para com todos: ao adversário, deve a reconciliação; ao pequeno, a acolhida; ao perdido, a busca; ao culpado, a correção; ao devedor, o perdão da dívida. Eis a disparidade da justiça divina, que é misericórdia, dom e perdão. À justiça da lei que mata, sucede aquela do Espírito, que dá a vida (cfr. 2 Cor 3,6). Enquanto filho sou chamado a ter para com os irmãos os mesmos sentimentos. As culpas dos outros, na relação comigo, permitem-me de perdoar como sou perdoado: o perdão me torna filho perfeito do Pai (Mt 18, 43-48) (Fausti), e irmã e irmão e criatura entre as criaturas.

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