Apresentação

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

DIA MUNDIAL DA PAZ 2014 - Mensagem do Papa Francisco

DIA MUNDIAL DA PAZ 2014
O Papa Francisco nos exorta a viver a Fraternidade para alcançarmos a verdadeira Paz!
Para baixar a mensagem clique aqui.
Ótima leitura e reflexão!

sábado, 28 de dezembro de 2013

Alteração de horário de Missas e Celebrações



A partir de 04 de janeiro na Comunidade Santa Rita de Cássia o horário das Missas e Celebrações dos sábados será alterado para as 19h.
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Clique aqui para conferir a programação completa de Missas e Celebrações de todas as comunidades da Rede.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

sábado, 21 de dezembro de 2013

Comunidade N. Sra. do Perpétuo Socorro com novo presbitério

A coordenação da Comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, através das reuniões, traçou uma meta: investir no altar e presbitério da igreja. Tal sonho só foi viável devido à festa da padroeira que rendeu os fundos necessários para o investimento. Agradecemos a todos que contribuíram e participaram da festa e tornaram este sonho possível.
Hildor e Marlene

Casamento Coletivo na Rede

O Casamento Comunitário da Rede foi realizado, no dia 30/11/2013, na Comunidade Santa Clara. Na ocasião seis casais se uniram pelos sagrados laços do matrimônio. A cerimônia foi presidida por Frei João Carlos Karling, OFM.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Comunidade Imaculada Conceição realiza festa da padroeira e em breve inaugurará a nova capela


A Coordenação da Comunidade Imaculada Conceição agradece a todos que, de uma maneira ou outra, colaboraram para o sucesso da festa da Padroeira da Comunidade, realizada no dia 08/12/13.
Destacamos ainda que em Novembro foi iniciada a montagem da Capela da Imaculada no terreno sito à Rua Alfeu Letti, 417, na Morada do Vale I, em Gravataí/RS.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

As 38 questões para o Sínodo sobre a família

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“Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização” é o título do Documento preparatório para a III Assembléia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, que será realizada de 5 a 19 de outubro do próximo ano. O Documento contém um questionário sobre questões concernentes a vários aspectos da vida familiar. Confira aqui:

“Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”

I – O Sínodo: família e evangelização

A missão de pregar o Evangelho a cada criatura foi confiada diretamente pelo Senhor aos seus discípulos, e dela a Igreja é portadora na história. Na época em que vivemos, a evidente crise social e espiritual torna-se um desafio pastoral, que interpela a missão evangelizadora da Igreja para a família, núcleo vital da sociedade e da comunidade eclesial.

Propor o Evangelho sobre a família neste contexto é mais urgente e necessário do que nunca. A importância deste tema sobressai do facto que o Santo Padre decidiu estabelecer para o Sínodo dos Bispos um itinerário de trabalho em duas etapas: a primeira, a Assembléia Geral Extraordinária de 2014, destinada a especificar o “status quaestionis” e a recolher testemunhos e propostas dos Bispos para anunciar e viver de maneira fidedigna o Evangelho para a família; a segunda, a Assembléia Geral Ordinária de 2015, em ordem a procurar linhas de ação para a pastoral da pessoa humana e da família.

Hoje perfilam-se problemáticas até há poucos anos inéditas, desde a difusão dos casais de fato, que não acedem ao matrimônio e às vezes excluem esta própria idéia, até às uniões entre pessoas do mesmo sexo, às quais não raro é permitida a adoção de filhos. Entre as numerosas novas situações que exigem a atenção e o compromisso pastoral da Igreja, será suficiente recordar: os matrimônios mistos ou inter-religiosos; a família mono parental; a poligamia; os matrimônios combinados, com a conseqüente problemática do dote, por vezes entendido como preço de compra da mulher; o sistema das castas; a cultura do não-comprometimento e da presumível instabilidade do vínculo; as formas de feminismo hostis à Igreja; os fenômenos migratórios e reformulação da própria idéia de família; o pluralismo relativista na noção de matrimônio; a influência dos meios de comunicação sobre a cultura popular na compreensão do matrimônio e da vida familiar; as tendências de pensamento subjacentes a propostas legislativas que desvalorizam a permanência e a fidelidade do pacto matrimonial; o difundir-se do fenômeno das mães de substituição (“barriga de aluguel”); e as novas interpretações dos direitos humanos. Mas sobretudo no âmbito mais estritamente eclesial, o enfraquecimento ou abandono da fé na sacramentalidade do matrimônio e no poder terapêutico da penitência sacramental.

A partir de tudo isto compreende-se como é urgente que a atenção do episcopado mundial, “cum et sub Petro”, enfrente estes desafios. Se, por exemplo, pensarmos unicamente no facto de que no contexto atual muitos adolescentes e jovens, nascidos de matrimônios irregulares, poderão nunca ver os seus pais aproximar-se dos sacramentos, compreenderemos como são urgentes os desafios apresentados à evangelização pela situação atual, de resto difundida em todas as partes da “aldeia global”. Esta realidade encontra uma correspondência singular no vasto acolhimento que tem, nos nossos dias, o ensinamento sobre a misericórdia divina e sobre a ternura em relação às pessoas feridas, nas periferias geográficas e existenciais: as expectativas que disto derivam, a propósito das escolhas pastorais relativas à família, são extremamente amplas. Por isso, uma reflexão do Sínodo dos Bispos a respeito destes temas parece tanto necessária e urgente quanto indispensável, como expressão de caridade dos Pastores em relação a quantos lhes são confiados e a toda a família humana.

II – A Igreja e o Evangelho sobre a família

A boa nova do amor divino deve ser proclamada a quantos vivem esta fundamental experiência humana pessoal, de casal e de comunhão aberta ao dom dos filhos, que é a comunidade familiar. A doutrina da fé sobre o matrimônio deve ser apresentada de modo comunicativo e eficaz, para ser capaz de alcançar os corações e de os transformar segundo a vontade de Deus manifestada em Cristo Jesus.

A propósito das fontes bíblicas sobre o matrimônio e a família, nesta circunstância apresentamos somente as referências essenciais. Também no que se refere aos documentos do Magistério, parece oportuno limitar-se aos documentos do Magistério universal da Igreja, integrando-os com alguns textos emanados pelo Pontifício Conselho para a Família e atribuindo aos Bispos participantes no Sínodo a tarefa de dar voz aos documentos dos seus respectivos organismos episcopais.

Em todas as épocas e nas culturas mais diversificadas nunca faltou o ensinamento claro dos Pastores, nem o testemunho concreto dos fiéis, homens e mulheres que, em circunstâncias muito diversas, viveram o Evangelho sobre a família como uma dádiva incomensurável para a sua própria vida e para a vida dos sues filhos. O compromisso a favor do próximo Sínodo Extraordinário é assumido e sustentado pelo desejo de comunicar esta mensagem a todos, com maior incisividade, esperando assim que «o tesouro da revelação confiado à Igreja encha cada vez mais os corações dos homens» (DV 26).

O projeto de Deus Criador e Redentor

A beleza da mensagem bíblica sobre a família tem a sua raiz na criação do homem e da mulher, ambos criados à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1, 24-31; 2, 4b-25). Ligados por um vínculo sacramental indissolúvel, os esposos vivem a beleza do amor, da paternidade, da maternidade e da dignidade suprema de participar deste modo na obra criadora de Deus.

No dom do fruto da sua união, eles assumem a responsabilidade do crescimento e da educação de outras pessoas, para o futuro do gênero humano. Através da procriação, o homem e a mulher realizam na fé a vocação de ser colaboradores de Deus na preservação da criação e no desenvolvimento da família humana.

O Beato João Paulo II comentou este aspecto na Familiaris consortio: «Deus criou o homem à sua imagem e semelhança (cf. Gn 1, 26 s.): chamando-o à existência por amor, chamou-o ao mesmo tempo ao amor. Deus é amor (1 Jo 4, 8) e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a à sua imagem e conservando-a continuamente no ser, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão (cf. “Gaudium et spes”, 12). O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação de cada ser humano» (FC 11).

Este projeto de Deus Criador, que o pecado original deturpou (cf. Gn 3, 1-24), manifestou-se na história através das vicissitudes do povo eleito, até à plenitude dos tempos, pois mediante a encarnação o Filho de Deus não apenas confirmou a vontade divina de salvação, mas com a redenção ofereceu a graça de obedecer a esta mesma vontade.

O Filho de Deus, Palavra que se fez carne (cf. Jo 1, 14) no seio da Virgem Mãe, viveu e cresceu na família de Nazaré, e participou nas bodas de Caná, cuja festa foi por Ele enriquecida com o primeiro dos seus “sinais” (cf. Jo 2, 1-11). Ele aceitou com alegria o acolhimento familiar dos seus primeiros discípulos (cf. Mc 1, 29-31; 2, 13-17) e consolou o luto da família dos seus amigos em Betânia (cf. Lc 10, 38-42; Jo 11, 1-44).

Jesus Cristo restabeleceu a beleza do matrimônio, voltando a propor o projeto unitário de Deus, que tinha sido abandonado devido à dureza do coração humano, até mesmo no interior da tradição do povo de Israel (cf. Mt 5, 31-32; 19.3-12; Mc 10, 1-12; Lc 16, 18). Voltando à origem, Jesus ensinou a unidade e a fidelidade dos esposos, recusando o repúdio e o adultério.

Precisamente através da beleza extraordinária do amor humano – já celebrada com contornos inspirados no Cântico dos Cânticos, e do vínculo esponsal exigido e defendido por Profetas como Oseias (cf. Os 1, 2-3,3) e Malaquias (cf. Ml 2, 13-16) – Jesus confirmou a dignidade originária do amor entre o homem e a mulher.

O ensinamento da Igreja sobre a família

Também na comunidade cristã primitiva a família se manifestava como “Igreja doméstica” (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1655): nos chamados “códigos familiares” das Cartas apostólicas neotestamentárias, a grande família do mundo antigo é identificada como o lugar da solidariedade mais profunda entre esposas e maridos, entre pais e filhos, entre ricos e pobres (cf. Ef 5, 21-6, 9; Cl 3, 18-4, 1; 1 Tm 2, 8-15; Tt 2, 1-10; 1 Pd 2, 13-3, 7; cf., além disso, também a Carta a Filémon). Em particular, a Carta aos Efésios identificou no amor nupcial entre o homem e a mulher «o grande mistério», que torna presente no mundo o amor de Cristo e da Igreja (cf. Ef 5, 31-32).

Ao longo dos séculos, sobretudo na época moderna até aos nossos dias, a Igreja não fez faltar um seu ensinamento constante e crescente sobre a família e sobre o matrimônio que a fundamenta. Uma das expressões mais excelsas foi a proposta do Concílio Ecumênico Vaticano II, na Constituição pastoral Gaudium et spes que, abordando algumas problemáticas mais urgentes, dedica um capítulo inteiro à promoção da dignidade do matrimônio e da família, como sobressai na descrição do seu valor para a constituição da sociedade: «A família – na qual se congregam as diferentes gerações que reciprocamente se ajudam a alcançar uma sabedoria mais plena e a conciliar os direitos pessoais com as outras exigências da vida social – constitui assim o fundamento da sociedade» (GS 52). Particularmente intenso é o apelo a uma espiritualidade cristocêntrica dirigida aos esposos crentes: «Os próprios esposos, feitos à imagem de Deus e estabelecidos numa ordem verdadeiramente pessoal, estejam unidos em comunhão de afeto e de pensamento e com mútua santidade, de modo que, seguindo a Cristo, princípio da vida, se tornem pela fidelidade do seu amor, através das alegrias e dos sacrifícios da sua vocação, testemunhas daquele mistério de amor que Deus revelou ao mundo com a sua morte e a sua ressurreição» (GS 52).

Também os Sucessores de Pedro, depois do Concílio Vaticano II, enriqueceram mediante o seu Magistério a doutrina sobre o matrimônio e a família, de modo especial Paulo VI com a Encíclica Humanae vitae, que oferece ensinamentos específicos a níveis de princípio e de prática. Sucessivamente, o Papa João Paulo II, na Exortação Apostólica Familiaris consortio, quis insistir na proposta do desígnio divino acerca da verdade originária do amor esponsal e familiar: «O “lugar” único, que torna possível esta doação segundo a sua verdade total, é o matrimônio, ou seja o pacto de amor conjugal ou escolha consciente e livre, com a qual o homem e a mulher recebem a comunidade íntima de vida e de amor, querida pelo próprio Deus (cfr. Gaudium et spes, 48), que só a esta luz manifesta o seu verdadeiro significado. A instituição matrimonial não é uma ingerência indevida da sociedade ou da autoridade, nem a imposição extrínseca de uma forma, mas uma exigência interior do pacto de amor conjugal que publicamente se afirma como único e exclusivo, para que seja vivida assim a plena fidelidade ao desígnio de Deus Criador. Longe de mortificar a liberdade da pessoa, esta fidelidade põe-na em segurança em relação ao subjetivismo e relativismo, tornando-a participante da Sabedoria criadora» (FC 11).

O Catecismo da Igreja Católica reúne estes dados fundamentais: «A aliança matrimonial, pela qual um homem e uma mulher constituem entre si uma comunidade íntima de vida e de amor; foi fundada e dotada das suas leis próprias pelo Criador: Pela sua natureza, ordena-se ao bem dos cônjuges, bem como à procriação e educação dos filhos. Entre os batizados, foi elevada por Cristo Senhor à dignidade de sacramento [cf. Concílio Ecumênico Vaticano II, Gaudium et spes, 48; Código de Direito Canônico, cân. 1055 § 1]» (CCC, n. 1660).

A doutrina exposta no Catecismo refere-se tanto aos princípios teológicos como aos comportamentos morais, abordados sob dois títulos distintos: O sacramento do matrimônio (nn. 1601-1658) e O sexto mandamento (nn. 2331-2391). Uma leitura atenta destas partes do Catecismo oferece uma compreensão atualizada da doutrina da fé, em benefício da atividade da Igreja diante dos desafios contemporâneos. A sua pastoral encontra inspiração na verdade do matrimônio visto no desígnio de Deus, que criou varão e mulher, e na plenitude dos tempos revelou em Jesus também a plenitude do amor esponsal, elevado a sacramento. 

O matrimônio cristão, fundamentado sobre o consenso, é dotado também de efeitos próprios, e no entanto a tarefa dos cônjuges não é subtraída ao regime do pecado (cf. Gn 3, 1-24), que pode provocar feridas profundas e até ofensas contra a própria dignidade do sacramento.

«O primeiro âmbito da cidade dos homens iluminado pela fé é a família; penso, antes de mais nada, na união estável do homem e da mulher no matrimônio. Tal união nasce do seu amor, sinal e presença do amor de Deus, nasce do reconhecimento e aceitação do bem que é a diferença sexual, em virtude da qual os cônjuges se podem unir numa só carne (cf. Gn 2, 24) e são capazes de gerar uma nova vida, manifestação da bondade do Criador, da sua sabedoria e do seu desígnio de amor. Fundados sobre este amor, homem e mulher podem prometer-se amor mútuo com um gesto que compromete a vida inteira e que lembra muitos traços da fé: prometer um amor que dure para sempre é possível quando se descobre um desígnio maior que os próprios projetos, que nos sustenta e permite doar o futuro inteiro à pessoa amada» (LF 52). «A fé não é um refúgio para gente sem coragem, mas a dilatação da vida: faz descobrir uma grande chamada — a vocação ao amor — e assegura que este amor é fiável, que vale a pena entregar-se a ele, porque o seu fundamento se encontra na fidelidade de Deus, que é mais forte do que toda a nossa fragilidade» (LF 53).

III – Questionário

As seguintes perguntas permitem às Igrejas particulares participar ativamente na preparação do Sínodo Extraordinário, que tem a finalidade de anunciar o Evangelho nos atuais desafios pastorais a respeito da família.

1 - Sobre a difusão da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja a propósito da família

a) Qual é o conhecimento real dos ensinamentos da Bíblia, da “Gaudium et spes”, da “Familiaris consortio” e de outros documentos do Magistério pós-conciliar sobre o valor da família segundo a Igreja católica? Como os nossos fiéis são formados para a vida familiar, em conformidade com o ensinamento da Igreja?

b) Onde é conhecido, o ensinamento da Igreja é aceite integralmente. Verificam-se dificuldades na hora de o pôr em prática? Se sim, quais?

c) Como o ensinamento da Igreja é difundido no contexto dos programas pastorais nos planos nacional, diocesano e paroquial? Que tipo de catequese sobre a família é promovida?

d) Em que medida – e em particular sob que aspectos – este ensinamento é realmente conhecido, aceite, rejeitado e/ou criticado nos ambientes extra-eclesiais? Quais são os fatores culturais que impedem a plena aceitação do ensinamento da Igreja sobre a família?

2 - Sobre o matrimônio segundo a lei natural

a) Que lugar ocupa o conceito de lei natural na cultura civil, quer nos planos institucional, educativo e acadêmico, quer a nível popular? Que visões da antropologia estão subjacentes a este debate sobre o fundamento natural da família?

b) O conceito de lei natural em relação à união entre o homem e a mulher é geralmente aceite, enquanto tal, por parte dos batizados?

c) Como é contestada, na prática e na teoria, a lei natural sobre a união entre o homem e a mulher, em vista da formação de uma família? Como é proposta e aprofundada nos organismos civis e eclesiais?

d) Quando a celebração do matrimônio é pedida por batizados não praticantes, ou que se declaram não-crentes, como enfrentar os desafios pastorais que disto derivam?

3 – A pastoral da família no contexto da evangelização

Quais foram as experiências que surgiram nas últimas décadas em ordem à preparação para o matrimônio? Como se procurou estimular a tarefa de evangelização dos esposos e da família? De que modo promover a consciência da família como “Igreja doméstica”?

Conseguiu-se propor estilos de oração em família, capazes de resistir à complexidade da vida e da cultural contemporânea?

Na atual situação de crise entre as gerações, como as famílias cristãs souberam realizar a própria vocação de transmissão da fé?

De que modo as Igrejas locais e os movimentos de espiritualidade familiar souberam criar percursos exemplares?

Qual é a contribuição específica que casais e famílias conseguiram oferecer, em ordem à difusão de uma visão integral do casal e da família cristã, hoje credível?

Que atenção pastoral a Igreja mostrou para sustentar o caminho dos casais em formação e dos casais em crise?

4 – Sobre a pastoral para enfrentar algumas situações matrimoniais difíceis

a) A convivência ad experimentum é uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-la numericamente?

b) Existem uniões livres de fato, sem o reconhecimento religioso nem civil? Dispõem-se de dados estatísticos confiáveis?

c) Os separados e os divorciados recasados constituem uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-los numericamente? Como se enfrenta esta realidade, através de programas pastorais adequados?

d) Em todos estes casos: como vivem os batizados a sua irregularidade? Estão conscientes da mesma? Simplesmente manifestam indiferença? Sentem-se marginalizados e vivem com sofrimento a impossibilidade de receber os sacramentos?

e) Quais são os pedidos que as pessoas separadas e divorciadas dirigem à Igreja, a propósito dos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação? Entre as pessoas que se encontram em tais situações, quantas pedem estes sacramentos?

f) A simplificação da praxe canónica em ordem ao reconhecimento da declaração de nulidade do vínculo matrimonial poderia oferecer uma contribuição positiva real para a solução das problemáticas das pessoas interessadas? Se sim, de que forma?

g) Existe uma pastoral para ir ao encontro destes casos? Como se realiza esta atividade pastoral? Existem programas a este propósito, nos planos nacional e diocesano? Como a misericórdia de Deus é anunciada a separados e divorciados recasados e como se põe em prática a ajuda da Igreja para o seu caminho de fé?

5 - Sobre as uniões de pessoas do mesmo sexo

a) Existe no vosso país uma lei civil de reconhecimento das uniões de pessoas do mesmo sexo, equiparadas de alguma forma ao matrimônio?

b) Qual é a atitude das Igrejas particulares e locais, quer diante do Estado civil promotor de uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, quer perante as pessoas envolvidas neste tipo de união?

c) Que atenção pastoral é possível prestar às pessoas que escolheram viver em conformidade com este tipo de união?

d) No caso de uniões de pessoas do mesmo sexo que adotaram crianças, como é necessário comportar-se pastoralmente, em vista da transmissão da fé?

6 - Sobre a educação dos filhos no contexto das situações de matrimônios irregulares

a) Qual é nestes casos a proporção aproximativa de crianças e adolescentes, em relação às crianças nascidas e educadas em famílias regularmente constituídas?

b) Com que atitude os pais se dirigem à Igreja? O que pedem? Somente os sacramentos, ou inclusive a catequese e o ensinamento da religião em geral?

c) Como as Igrejas particulares vão ao encontro da necessidade dos pais destas crianças, de oferecer uma educação cristã aos próprios filhos?

d) Como se realiza a prática sacramental em tais casos: a preparação, a administração do sacramento e o acompanhamento?

7 - Sobre a abertura dos esposos à vida

a) Qual é o conhecimento real que os cristãos têm da doutrina da Humanae vitae a respeito da paternidade responsável? Que consciência têm da avaliação moral dos diferentes métodos de regulação dos nascimentos? Que aprofundamentos poderiam ser sugeridos a respeito desta matéria, sob o ponto de vista pastoral?

b) Esta doutrina moral é aceite? Quais são os aspectos mais problemáticos que tornam difícil a sua aceitação para a grande maioria dos casais?

c) Que métodos naturais são promovidos por parte das Igrejas particulares, para ajudar os cônjuges a pôr em prática a doutrina da Humanae vitae?

d) Qual é a experiência relativa a este tema na prática do sacramento da penitência e na participação na Eucaristia?

e) Quais são, a este propósito, os contrastes que se salientam entre a doutrina da Igreja e a educação civil?

f) Como promover uma mentalidade mais aberta à natalidade? Como favorecer o aumento dos nascimentos?

8 - Sobre a relação entre a família e a pessoa

a) Jesus Cristo revela o mistério e a vocação do homem: a família é um lugar privilegiado para que isto aconteça?

b) Que situações críticas da família no mundo contemporâneo podem tornar-se um obstáculo para o encontro da pessoa com Cristo?

c) Em que medida as crises de fé, pelas quais as pessoas podem atravessar, incidem sobre a vida familiar?

9 - Outros desafios e propostas

Existem outros desafios e propostas a respeito dos temas abordados neste questionário, sentidos como urgentes ou úteis por parte dos destinatários?

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Liturgia Diária

  • Branco. Nossa Senhora do Rosário, Memória
Evangelho - Lc 1,26-38
Eis que conceberás e darás à luz um filho.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 1,26-38
Naquele tempo:
26O anjo Gabriel foi enviado por Deus
a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,
27a uma virgem, prometida em casamento
a um homem chamado José.
Ele era descendente de Davi
e o nome da virgem era Maria
28O anjo entrou onde ela estava e disse:
'Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!'
29Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a
pensar qual seria o significado da saudação.
30O anjo, então, disse-lhe:
'Não tenhas medo, Maria,
porque encontraste graça diante de Deus.
31Eis que conceberás e darás à luz um filho,
a quem porás o nome de Jesus.
32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo,
e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi.
33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó,
e o seu reino não terá fim'.
34Maria perguntou ao anjo:
'Como acontecerá isso,
se eu não conheço homem algum?'
35O anjo respondeu:
'O Espírito virá sobre ti,
e o poder do Altissimo te cobrirá com sua sombra.
Por isso, o menino que vai nascer
será chamado Santo, Filho de Deus.
36Também Isabel, tua parenta,
concebeu um filho na velhice.
Este já é o sexto mês
daquela que era considerada estéril,
37porque para Deus nada é impossível'.
38Maria, então, disse:
'Eis aqui a serva do Senhor;
faça-se em mim segundo a tua palavra!'
E o anjo retirou-se.
Palavra da Salvação.
 
1ª Leitura - At 1,12-14
Todos eles perseveravam unânimes na oração.
Leitura dos Atos dos Apóstolos 1,12-14
Depois que Jesus foi elevado ao céu,
12os apóstolos voltaram para Jerusalém,
vindo do monte das Oliveiras,
que fica perto de Jerusalém,
a mais ou menos um quilômetro.
13Entraram na cidade e subiram para a sala de cima,
onde costumavam ficar.
Eram Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé,
Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu,
Simão Zelota e Judas, filho de Tiago.
14Todos eles perseveravam na oração em comum,
junto com algumas mulheres, entre as quais Maria,
móe de Jesus, e com os irmãos de Jesus.
Palavra do Senhor
 
Salmo - Lc 1,46-47. 48-49. 50-51. 52-53. 54-55 (R.Cf.54b)
R. O Senhor se lembrou de mostrar sua bondade.

46A minh'alma engrandece ao Senhor, * 
47e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador,R. 

48pois, ele viu a pequenez de sua serva, * 
eis que agora as gerações hóo de chamar-me de bendita. 
49O Poderoso fez por mim maravilhas * 
e Santo é o seu nome!R. 

50Seu amor, de geração em geração, * 
chega a todos que o respeitam. 
51Demonstrou o poder de seu braço, * 
dispersou os orgulhosos.R. 

52Derrubou os poderosos de seus tronos * 
e os humildes exaltou. 
53De bens saciou os famintos * 
e despediu, sem nada, os ricos.R. 

54Acolheu Israel, seu servidor, * 
fiel ao seu amor, 
55como havia prometido aos nossos pais, * 
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.R. 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Liturgia Diária

  • Verde. 3ª-feira da 30ª Semana Tempo Comum 

Evangelho - Lc 13,18-21
A semente cresce, torna-se uma grande árvore.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 13,18-21
Naquele tempo: 
18Jesus dizia: 
'A que é semelhante o Reino de Deus, 
e com que poderei compará-lo? 
19Ele é como a semente de mostarda, 
que um homem pega e atira no seu jardim. 
A semente cresce, torna-se uma grande árvore, 
e as aves do céu fazem ninhos nos seus ramos.' 
20Jesus disse ainda: 
'Com que poderei ainda comparar o Reino de Deus? 
21Ele é como o fermento que uma mulher pega 
e mistura com três porções de farinha, 
até que tudo fique fermentado.' 
Palavra da Salvação.
 
 
1ª Leitura - Rm 8,18-25
Toda a criação está esperando ansiosamente
o momento de se revelarem os filhos de Deus.
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 8,18-25
Irmãos: 
18Eu entendo que os sofrimentos do tempo presente 
nem merecem ser comparados com a glória 
que deve ser revelada em nós. 
19De fato, toda a criaçóo está esperando ansiosamente 
o momento de se revelarem os filhos de Deus. 
20Pois a criação ficou sujeita à vaidade, 
não por sua livre vontade, 
mas por sua dependência daquele que a sujeitou; 
21também ela espera ser libertada da escravidão da corrupção 
e, assim, participar da liberdade 
e da glória dos filhos de Deus. 
22Com efeito, sabemos que toda a criação, até ao tempo presente, 
está gemendo como que em dores de parto. 
23E não somente ela, mas nós também, 
que temos os primeiros frutos do Espírito, 
estamos interiormente gemendo, 
aguardando a adoção filial e a libertação para o nosso corpo. 
24Pois já fomos salvos, mas na esperança. 
Ora, o objeto da esperança 
não é aquilo que a gente está vendo; 
como pode alguém esperar o que já vê? 
25Mas se esperamos o que não vemos, 
é porque o estamos aguardando mediante a perseverança. 
Palavra do Senhor.
 
 
Salmo - Sl 125 (126),1-2ab.2cd-3. 4-5. 6 (R. 3a)
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,!

1Quando o Senhor reconduziu nossos cativos,* 
parecíamos sonhar; 
2aencheu-se de sorriso nossa boca,* 
2bnossos lábios, de canções.R.

2cEntre os gentios se dizia: 'Maravilhas* 
2dfez com eles o Senhor!' 
3Sim, maravilhas fez conosco o Senhor,* 
exultemos de alegria!R.

4Mudai a nossa sorte, ó Senhor,* 
como torrentes no deserto. 
5Os que lançam as sementes entre lágrimas,* 
ceifarão com alegria.R.

6Chorando de tristeza sairão,* 
espalhando suas sementes; 
cantando de alegria voltarão,* 
carregando os seus feixes!R. 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Liturgia Diária

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  • Branco. 2ª-feira da 26ª Semana Tempo Comum 

  • S. Jerônimo, PresbDr, memória
Evangelho - Lc 9,46-50
Aquele que entre todos vós for o menor, esse é o maior.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 9,46-50
Naquele tempo: 
46Houve entre os discípulos uma discussão, 
para saber qual deles seria o maior. 
47Jesus sabia o que estavam pensando. 
Pegou então uma criança, colocou-a junto de si 
48e disse-lhes: 
'Quem receber esta criança em meu nome, 
estará recebendo a mim. 
E quem me receber, 
estará recebendo aquele que me enviou. 
Pois aquele que entre todos vós for o menor, 
esse é o maior.' 
49João disse a Jesus: 
'Mestre, vimos um homem que expulsa demônios em teu nome. 
Mas nós o proibimos, porque não anda conosco.' 
50Jesus disse-lhe: 
'Não o proibais, pois quem não está contra vós, 
está a vosso favor.' 
Palavra da Salvação.
 
 
1ª Leitura - Zc 8,1-8
Eis que eu vou salvar o meu povo da terra do oriente
e da terra do pôr-do-sol.
Leitura da Profecia de Zacarias 8,1-8
1A palavra do Senhor dos exércitos 
foi manifestada nos seguintes termos: 
2'Isto diz o Senhor dos exércitos: 
Tomei-me de forte ciúme por Sião, 
consumo-me de zelo ciumento por ela. 
3Isto diz o Senhor: 
Voltei a Sião e habitarei no meio de Jerusalém; 
Jerusalém será chamada Cidade Fiel, 
e o monte do Senhor dos exércitos, Monte Santo. 
4Isto diz o Senhor dos exércitos: 
Velhos e velhas 
ainda se sentarão nas praças de Jerusalém, 
cada qual com seu bastão na mão, 
devido à idade avançada; 
5as praças da cidade 
se encherão de meninos e meninas 
a brincar em suas praças. 
6Isto diz o Senhor dos exércitos: 
Se tais cenas parecerem difíceis 
aos olhos do resto do povo, naqueles dias, 
acaso serão também difíceis aos meus olhos? 
- diz o Senhor dos exércitos. 
7Isto diz o Senhor dos exércitos: 
Eis que eu vou salvar o meu povo da terra do oriente 
e da terra do pôr-do-sol: 
8eu os conduzirei, 
e eles habitarão no meio de Jerusalém; 
serão meu povo 
e eu serei seu Deus, 
em verdade e com justiça. 
Palavra do Senhor.
 
 
Salmo - Sl 101, 16-18. 19-21. 29.22-23 (R. 17)
R. O Senhor edificou Jerusalém,
e apareceu na sua glória!

16As nações respeitarão o vosso nome, * 
e os reis de toda a terra, a vossa glória; 
17quando o Senhor reconstruir Jerusalém * 
e aparecer com gloriosa majestade, 
18ele ouvirá a oração dos oprimidos * 
e não desprezará a sua prece.R.

19Para as futuras gerações se escreva isto, * 
e um povo novo a ser criado louve a Deus. 
20Ele inclinou-se de seu templo nas alturas, * 
e o Senhor olhou a terra do alto céu, 
21para os gemidos dos cativos escutar * 
e da morte libertar os condenados.R.

29Assim também a geração dos vossos servos + 
terá casa e viverá em segurança, * 
e ante vós se firmará sua descendência. 
22Para que cantem o seu nome em Sião * 
e louve ao Senhor Jerusalém, 
23quando os povos e as nações se reunirem * 
e todos os impérios o servirem.R. 

domingo, 29 de setembro de 2013

Liturgia Diária

 

  • Verde. 26º DOMINGO Tempo Comum 

Evangelho - Lc 16,19-31
Tu recebeste teus bens durante a vida e Lázaro os males;
agora ele encontra aqui consolo e tu és atormentado.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 16,19-31
Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus:
19'Havia um homem rico,
que se vestia com roupas finas e elegantes
e fazia festas esplêndidas todos os dias.
20Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas,
estava no chão à porta do rico.
21Ele queria matar a fome
com as sobras que caíam da mesa do rico.
E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas.
22Quando o pobre morreu,
os anjos levaram-no para junto de Abraão.
Morreu também o rico e foi enterrado.
23Na região dos mortos, no meio dos tormentos,
o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão,
com Lázaro ao seu lado.
24Então gritou: 'Pai Abraão, tem piedade de mim!
Manda Lázaro molhar a ponta do dedo
para me refrescar a língua,
porque sofro muito nestas chamas'.
25Mas Abraão respondeu: 'Filho, lembra-te
que tu recebeste teus bens durante a vida
e Lázaro, por sua vez, os males.
Agora, porém, ele encontra aqui consolo
e tu és atormentado.
26E, além disso, há um grande abismo entre nós:
por mais que alguém desejasse,
não poderia passar daqui para junto de vós,
e nem os daí poderiam atravessar até nós'.
27O rico insistiu: 'Pai, eu te suplico,
manda Lázaro à casa do meu pai,
28porque eu tenho cinco irmãos.
Manda preveni-los, para que não venham também eles
para este lugar de tormento'.
29Mas Abraão respondeu:
'Eles têm Moisés e os Profetas, que os escutem!'
30O rico insistiu: 'Não, Pai Abraão,
mas se um dos mortos for até eles,
certamente vão se converter'.
31Mas Abraão lhe disse:
`Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas,
eles não acreditarão,
mesmo que alguém ressuscite dos mortos'.'
Palavra da Salvação.
 
1ª Leitura - Am 6,1a.4-7
Agora o bando dos gozadores será desfeito.
Leitura da Profecia de Amós 6,1a.4-7
Assim diz o Senhor todo-poderoso:
1aAi dos que vivem despreocupadamente em Sião,
os que se sentem seguros nas alturas de Samaria!
4Os que dormem em camas de marfim,
deitam-se em almofadas,
comendo cordeiros do rebanho
e novilhos do seu gado;
5os que cantam ao som das harpas,
ou, como Davi, dedilham instrumentos musicais;
6os que bebem vinho em taças,
e se perfumam com os mais finos ungüentos
e não se preocupam com a ruína de José.
7Por isso, eles irão agora
para o desterro, na primeira fila,
e o bando dos gozadores será desfeito.
Palavra do Senhor.
 
2ª Leitura - 1Tm 6,11-16
Guarda o teu mandato até à
manifestação gloriosa do Senhor.

Leitura da Primeira Carta de São Paulo a Timóteo 6,11-16
11Tu que és um homem de Deus,
foge das coisas perversas,
procura a justiça, a piedade, a fé,
o amor, a firmeza, a mansidão.
12Combate o bom combate da fé,
conquista a vida eterna,
para a qual foste chamado
e pela qual fizeste tua nobre profissão de fé
diante de muitas testemunhas.
13Diante de Deus, que dá a vida a todas as coisas,
e de Cristo Jesus,
que deu o bom testemunho da verdade
perante Pôncio Pilatos, eu te ordeno:
14guarda o teu mandato íntegro e sem mancha até
à manifestação gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo.
15Esta manifestação será feita no tempo oportuno
pelo bendito e único Soberano,
o Rei dos reis e Senhor dos senhores,
16o único que possui a imortalidade
e que habita numa luz inacessível,
que nenhum homem viu, nem pode ver.
A ele, honra e poder eterno. Amém.
Palavra do Senhor.
 
Salmo - Sl 145,7.8-9a.9bc-10 (R.1)
R. Bendize, minh' alma, bendize ao Senhor!

Ou R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

7O Senhor é fiel para sempre,*
faz justiça aos que são oprimidos;
ele dá alimento aos famintos,*
é o Senhor quem liberta os cativos.R.

8O Senhor abre os olhos aos cegos*
o Senhor faz erguer-se o caído;
o Senhor ama aquele que é justo*
9aÉ o Senhor quem protege o estrangeiro.R.

9bcEle ampara a viúva e o órfão*
mas confunde os caminhos dos maus.
10O Senhor reinará para sempre!
Ó Sião, o teu Deus reinará*
para sempre e por todos os séculos!R.