Apresentação

Apresentação

sábado, 31 de janeiro de 2015

Leitura Orante - 4º Domingo do Tempo Comum - 01.02.2015

Reze a liturgia do próximo domingo (01/02) em sintonia com toda a Igreja, através da Leitura Orante.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Leitura Orante - 3º Domingo do Tempo Comum - 25.01.2015

Reze a liturgia do próximo domingo (25/01) em sintonia com toda a Igreja, através da Leitura Orante.
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

DOM JOÃO INÁCIO NA REDE

Com muita alegria convidamos à todos para a missa com o bispo da diocese de Lorena (local onde fica  a Canção Nova) Dom João Inácio Müller, dia 21 de janeiro de 2015, quarta-feira, 20h, na comunidade Santa Rita, Av. Antonio Ficagna, 419 - MVI.
Traga a sua rosa e algo para partilhar e confraternizarmos juntos após a missa.
Dom João Inácio, seja bem vindo!

domingo, 18 de janeiro de 2015

Ano da Paz

A presença de Deus na terra dos homens é anunciada com uma exclamação e desejo de paz: “Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra, paz aos que são do seu agrado” (Lc 2,14).
 Paz é o que desejam e pedem todas as pessoas de “boa vontade”. A paz é bem precioso, porém frágil e delicado. Há sinais preocupantes em nossa realidade nacional que exigem reflexão, oração, diálogo e decisão. Há de fato de se perguntar por que tanta violência, presente em todos os estratos da sociedade? Uma possível razão dessa situação nos oferece o Papa Francisco: “Os ídolos do domínio e do poder deterioram as relações, arruínam a harmonia a ser construída com humildade serviçal e disposição maternal. Os conflitos, a violência, a indiferença diante da morte nascem do fascínio do domínio e do poder”.
O domínio do poder econômico continua excluindo e produzindo desigualdade. Ouve-se dizer que “o crescimento econômico, favorecido pelo livre mercado, consegue por si mesmo pro­duzir maior equidade e inclusão social no mun­do. Esta opinião, que nunca foi confirmada pelos fatos, exprime uma confiança vaga e ingênua na bondade daqueles que detêm o poder econômico e nos mecanismos sacralizados do sistema eco­nômico reinante. Entretanto, os excluídos con­tinuam a esperar” (Papa Francisco, EG, 54).
O poder político necessita de pessoas capazes de promover o sempre necessário e autêntico diálogo entre os participantes da vida social, a fim de buscar indicações viáveis que favoreçam o saneamento “das raízes profundas, e não a aparência dos males” da sociedade. “A política, tão denegrida, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, porque busca o bem comum.”
Manifestam-se sinais preocupantes de descrédito das instituições. A falta de ética na política e na economia, as expressões contundentes de corrupção em alguns setores públicos, o desrespeito pelos genuínos anseios do povo, a falta de um projeto de nação objetivo e claro são indicações que merecem atenção, reflexão, debate, oração e opções.
Outra razão de tanta violência é certamente a drogadição que atinge uma parcela preocupante da sociedade. O tráfico de drogas ilícitas está se tornando um poder paralelo dentro do Estado. Essa realidade não é mais uma ameaça; é realidade verificável cotidianamente.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil promove em 2015 o Ano da Paz. Há, certamente, quem se pergunte: “É possível percorrer o caminho da paz? Podemos sair desta espiral de dor e de morte? Podemos aprender de novo a caminhar e percorrer o caminho da paz?”.
A resposta à pergunta não é fácil. No entanto, através do engajamento de pessoas de “boa vontade”, poder-se-á favorecer o surgimento e a consolidação de iniciativas verdadeiramente marcadas pelo desejo de salvaguardar e promover a vida humana: uma vida digna, justa, em paz com Deus, com a natureza e com os irmãos e irmãs. Assim, a tão deseja e querida paz será possível para todos.
É urgente fomentar a cultura da paz. Ela se tornará realidade quando houver vigorosa decisão em favor de uma educação para crianças, adolescentes e jovens orientada por valores, virtudes, ética. A educação dessa parcela preciosa da sociedade não pode estar sujeita a opções e decisões de alguns poucos. É imprescindível participar de perto da vida cotidiana das unidades de ensino, ou ver a situação e a condição de tantos e tantas que ainda acreditam na força e dignidade da educação. A educação não pode estar orientada somente para o mercado de trabalho! Faz-se urgente atenção para com o humano. Faz-se necessário, ainda uma vez, recordar que a família estável é lugar privilegiado de fomento do humano e promoção da cultura da paz.
Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Leitura Orante - 2º Domingo do Tempo Comum - 18.01.2015

Reze a liturgia do próximo domingo (18/01) em sintonia com toda a Igreja, através da Leitura Orante.
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Ano da Paz proposto pela CNBB tem iniciativas pelo Brasil

Com a chegada do Ano Novo, iniciaram-se também ações pela Paz. Em 2014, os bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovaram, por unanimidade durante a 52ª Assembleia Geral, o Ano da Paz. Trata-se de um período de reflexões, orações e ações sociais, que se estenderá até o Natal de 2015.
No dia 1º de janeiro, paróquias da arquidiocese de São Luís (MA) reuniram fiéis para proclamar a paz. As missas começaram logo cedo, com participação de centenas de pessoas. Outras atividades estão previstas ao longo do ano na cidade, que pretende, ainda, contar com o engajamento de escolas, universidades e outros setores da sociedade. Na arquidiocese do Rio de Janeiro, também foram celebradas missas pela paz. O arcebispo, cardeal dom Orani João Tempesta, recordou que a “alegria nasce da paz que Cristo concede”.
“Que possamos viver este Ano da Paz com muitas bênçãos. Atitudes, gestos concretos e sempre pedindo ao Senhor que nos ilumine e que traga esta paz aos nossos corações, às famílias e a todo o mundo. Que a Paz reine em nossas fronteiras! Sejamos propagadores e testemunhas da paz, aquela paz que vem do Senhor”, disse o cardeal Orani.
 Com a proposta do Ano da Paz, a Igreja no Brasil quer ajudar na superação da violência e despertar para a convivência mais respeitosa e fraterna entre as pessoas, explica o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. “A violência, a falta de paz, provém do desprezo aos valores da família, da escola na formação do cidadão, do desprezo da vida simples", pontua dom Leonardo.
De acordo com os últimos dados do Mapa da Violência, mais de 56 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2012. Os jovens são os principais afetados neste contexto, somando mais de 27 mil vítimas naquele ano.
Dom Leonardo afirma que as relações mais próximas, na atualidade, encontram dificuldade de manterem-se vivas e que há uma violência generalizada. "Violência que se manifesta na forma da morte de pessoas, na falta de ética na gestão da coisa pública, na impunidade. A violência, a falta de paz, provém do desprezo aos valores da família, da escola na formação do cidadão, do desprezo da vida simples", explicou.
Ações práticas
Para celebração do Ano da Paz, serão aproveitados os meses temáticos do Ano Litúrgico, como os meses vocacional, da Bíblia e da missão. "Vamos refletir durante o ano sobre o porquê da violência e sobre a necessidade de uma convivência fecunda e frutuosa. O Ano Litúrgico nos oferece oportunidades para pensar sobre a paz e a realidade da violência", lembrou dom Leonardo.
O arcebispo de São Luís (MA) e vice-presidente da CNBB, dom José Belisário da Silva, afirma que o Ano da Paz é um convite para reflexão sobre os motivos de tantos acontecimentos violentos. "Está na hora da sociedade brasileira dar passos no sentido de buscar uma harmonia maior no relacionamento humano. Os nossos relacionamentos estão muito degastados", ressalta.
Para dom Leonardo, o Ano Litúrgico oferece oportunidades para refletir sobre a paz e a realidade da violência. “Os meses temáticos como agosto, mês das vocações, setembro, mês da Palavra de Deus, outubro o mês das missões. Mas desejamos ter um dia para manifestar nas ruas de nossas cidades que acreditamos na paz, na fraternidade”.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

ORDENAÇÃO EPISCOPAL DE MONS. LEOMAR

Será no dia 25 de março de 2015, 19h, na Catedral Santa Tereza, de Caxias do Sul, a ordenação episcopal do Mons. Leomar Antônio Brustolin, nomeado, esta semana, bispo auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre. O seu lema episcopal será "Em tua palavra", cfr Lc 5,5.

VAGAS DE EMPREGO NA CÚRIA

Cúria Metropolitana seleciona
São:    36 vagas para educadores - Requisito Curso de Educador
                    02 vagas para departamento pessoal
                    02 vagas para contabilidade
                    06 vagas para pessoas com deficiência
                    02 vagas para serviços gerais
                    01 vaga para psicóloga

Maiores informações e envio de currículos:
sirlene@arquipoa.com 
http://www.vicariatodegravatai.org/sites-catolicos/arquidiocese-de-porto-alegre

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Leitura Orante - Festa do Batismo do Senhor - 11.01.2015

Reze a liturgia do próximo domingo (11/01) em sintonia com toda a Igreja, através da Leitura Orante.
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

REDE ACOLHE BISPO AUXILIAR

Com muita alegria compartilhamos a notícia divulgada pela CNBB da nomeação do novo bispo auxiliar de Porto Alegre, o Pe. Leomar Brustolin http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/alteracao-no-episcopado/15631-nomeado-arcebispo-para-curitiba-e-auxiliar-de-porto-alegre-rs. A nossa paróquia Rede de Comunidades São José saúda o Mons. Leomar Antônio Brustolin. A data da sua ordenação episcopal, bem como o da sua posse iremos divulgar posteriormente. 
Eis o texto conforme o site da CNBB:
O papa nomeou, nesta mesma data, padre Leomar Antônio Brustolin como bispo auxiliar da arquidiocese de Porto Alegre (RS). Atualmente, ele ocupa a função de pároco da catedral da diocese de Caxias do Sul (RS).
Trajetória
Padre Leomar é natural de Caxias do Sul, nascido em 15 de agosto de 1967. Cursou Filosofia na Universidade de Caxias do Sul (UCS) e Teologia na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Foi ordenado sacerdote em 20 de dezembro de 1992.
Padre Leomar é doutor em Teologia Sistemática pela Pontifícia Università San Tommaso de Roma – Angelicum. Possui livros publicados nas áreas da Escatologia, Mariologia, Catequese e Pastoral.  Em sua trajetória sacerdotal, dedicou-se à assessoria teológico-pastoral e catequética em diversas dioceses do Brasil. No período de 2013 e 2014 participou da Comissão do Tema Central da 51ª Assembleia Geral da CNBB - “Comunidade de Comunidades, uma nova paróquia”.
Novo bispo
Em sua caminhada presbiteral, padre Leomar foi vigário da paróquia Teresa e da Catedral Diocesana de Caxias do Sul de 1992 a 2001. Desde 1993, estava como diretor do Curso de Teologia para Leigos da diocese de Caxias do Sul. Coordenou e lecionou nos cursos de pós-graduação em Ensino Religioso e Teologia Pastoral na Universidade de Caxias do Sul.
Desde 2005 atua como professor na Faculdade de Teologia (PUC-RS), onde é coordenador do Programa de Pós-graduação em Teologia.  Realiza pesquisas e ensino nas disciplinas de Antropologia Teológica, Moral Social, Pastoral Catequética e Pastoral Urbana.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Leitura Orante - Epifania do Senhor - 04.01.2015

Reze a liturgia do próximo domingo (04/01) em sintonia com toda a Igreja, através da Leitura Orante.
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